Mamoplastia Redutora: quando a cirurgia plástica deixa de ser apenas estética e vira uma questão de saúde
Quando falamos em cirurgia plástica nas mamas, é comum pensar imediatamente no implante de silicone. Porém, para muitas mulheres, o sonho não é aumentar, mas sim diminuir.
A Gigantomastia (excesso de volume mamário) é uma condição que vai muito além da estética. Ela afeta a postura, limita a atividade física e causa dores crônicas. Neste Mês da Mulher, é importante falarmos sobre como a Mamoplastia Redutora pode ser libertadora e devolver a qualidade de vida.

O peso que você carrega
Não é apenas uma força de expressão: mamas excessivamente grandes representam quilos extras que a coluna cervical e torácica precisam sustentar o dia todo.
Os sinais de que a redução mamária pode ser uma necessidade de saúde incluem:
Dores crônicas: Nas costas, pescoço e ombros.
Marcas profundas: "Sulcos" nos ombros causados pela alça do sutiã, que precisa fazer muita força para sustentar o peso.
Problemas de pele: Assaduras e infecções (intertrigo) frequentes no sulco mamário (abaixo dos seios) devido ao suor e atrito.
Má postura: A tendência de curvar os ombros para frente (cifose) para compensar o peso.

Como funciona a Mamoplastia Redutora?
O objetivo da cirurgia é remover o excesso de tecido glandular, gordura e pele, readequando o tamanho da mama à estrutura corporal da paciente.
Além de reduzir o volume, a cirurgia também realiza o levantamento das mamas (Mastopexia). Ou seja, ao final do procedimento, a paciente ganha seios menores, mais leves e, ao mesmo tempo, mais firmes e joviais.
"Vou perder a sensibilidade?"
Essa é uma dúvida comum. Embora possa haver alterações temporárias na sensibilidade logo após a cirurgia, as técnicas modernas utilizadas pelo Dr. Ivan Dellandréa buscam preservar ao máximo a inervação e a vascularização da aréola, permitindo uma recuperação segura e satisfatória.

Uma mudança de vida
Pacientes que passam pela Mamoplastia Redutora costumam relatar um alívio imediato nas costas logo nos primeiros dias após a cirurgia. A liberdade para praticar exercícios físicos (como correr, que antes era doloroso) e a facilidade para encontrar roupas que vistam bem trazem um impacto profundo na autoestima e no bem-estar diário.
Cuidar de si mesma não é futilidade. Se o peso das mamas está limitando sua vida, a cirurgia plástica é uma aliada da sua saúde.
Livre-se das dores e recupere sua liberdade
Você não precisa conviver com o desconforto. O Dr. Ivan Dellandréa possui ampla experiência em cirurgias de mama e pode orientar você sobre o melhor procedimento para o seu caso.
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Este artigo tem caráter informativo. O diagnóstico e a indicação cirúrgica só podem ser feitos em consulta médica presencial. .*